| | José Luis Mendonça nasceu no Golungo Alto, em Angola, no dia 24 de Novembro de 1955. Frequenta o curso de Direito na Universidade Católica de Angola. Jornalista de profissão, editor e ex-professor de Língua Portuguesa, trabalhou alguns anos no INALD, Instituto Angolano do Livro e do Disco, depois no Jornal de Angola e na empresa Sonangol, tendo depois ingressado no UNICEF, onde actualmente exerce as funções de assistente de informação. Anteriormente trabalhou como professor do ensino secundário, disciplina de língua portuguesa e esteve empregado, por períodos curtos, nos ramos da Indústria, Cultura, Banca, etc. Artista plástico, sem obra exposta. Ingressou na União dos Escritores Angolanos em 1984. Poeta. oOo “José Luis Mendonça é, dos nomes revelados ao longo dos anos 80 na poesia angolana produzida no país, um dos que mais se destacam pela vitalidade, rigor e continuidade da sua produção." Francisco Soares, in “Gazeta de Poesia do Mundo de Língua Portuguesa, 1994” Obras publicadas no domínio da lusofonia: “Chuva Novembrina”, 1981, prémio de poesia ´Sagrada Esperança´, edição do INALD-Instituto Nacional do Livro e do Disco. “Gíria de Cacimbo”, 1986, caderno de poemas experimentalistas, UEA-União dos Escritores Angolanos. “Respirar as Mãos na Pedra”,1986, poesia, ´Prémio Sonangol de Literatura´, UEA. “Quero Acordar a Alva”, 1996, poesia, Prémio ‘Sagrada Esperança’ (ex-aequo), edição do INALD-Instituto Nacional do Livro e do Disco. “Se a Água Falasse”, 1997, poesia, primeiro prémio dos ‘Jogos Florais do Caxinde’ (ex-aequo) , edição da Associação Chá de Caxinde. “Logaríntimos da Alma”, 1998, poesia, UEA. “Ngoma do Negro Metal”, 2000, poesia, Editora Chá de Caxinde. Em documentos para ler trabalhos deste autor
| |